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Foi arrasadora para a direita, a última "Quadratura..." antes de férias; não porque alguém tivesse mudado de campo político, mas tão só, porque nisto de políticas, a Ética, a Moral estão primeiro. Os ex-governantes do PSD/CDS, tiveram ontem a Derrota das Derrotas, na avaliação de Lobo Xavier, Pacheco Pereira e Jorge Coelho que foram tremendamente incisivos ao apontar o dedo a atitudes nada abonatórias de passos & cª. Só espero e acima de tudo, desejo que os portugueses não esqueçam quando avaliarem os desmandos do governo PSD/CDS, em futuras eleições legislativas.

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Foi arrasadora para a direita, a última "Quadratura..." antes de férias; não porque alguém tivesse mudado de campo político, mas tão só, porque nisto de políticas, a Ética, a Moral estão primeiro. Os ex-governantes do PSD/CDS, tiveram ontem a Derrota das Derrotas, na avaliação de Lobo Xavier, Pacheco Pereira e Jorge Coelho que foram tremendamente incisivos ao apontar o dedo a atitudes nada abonatórias de passos & cª. Só espero e acima de tudo, desejo que os portugueses não esqueçam quando avaliarem os desmandos do governo PSD/CDS, em futuras eleições legislativas.

O DAVID DINIS DISSERTANDO SOBRE O QUE NÃO SABE...

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E os jornalistas a arranjar sempre "fait divers" . Se correu bem segundo as palavras de David Dinis, porquê arranjar pseudo-factos que nem o jornalista sabe se são verdadeiros? A procura incessante de factos, para acontecerem no futuro, terá sempre um problema para quem os inventa, desejando-os, se não acontecerem. Lembram se do diabo que não veio? Do resgate que ainda não aconteceu? Da ruptura entre os partidos que apoiam esta solução e consequente queda do governo? Estes factos ausentes da realidade, só fazem cair no ridículo quem os inventa. Costa e o PS: hora de afastar fantasmas António Costa voltou de férias com uma remodelação por resolver — e não teve medo de ir buscar gente ao partido. Fez bem. Agora tem outro fantasma para afastar, no caso Altice/TVI. PUBLICO.PT

Jornais que não informam ninguém

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Manuel Araújo 19 min  ·  São Domingos de Rana, Lisbon District  ·  Pelo título do artigo, ficamos a saber o que para mim e para os cidadãos mais atentos deste País, é mais que evidente: que este governo não é solução para os jornalistas do Público, quiçá pelas orientações da Direcção deste Jornal. GALPQUÊ? Um jornal, este e todos os outros, deve pautar se pela informação independente seja do governo ou da oposição. Não é o que acontece aqui. Não foi esta prática implementada e usufruída pelos anteriores governantes PAFs e não só? Peço ao governo que governe e à oposição que se lhe oponha: na minha opinião, o governo está a fazer o seu trabalho, a oposição...nem tanto, inventando todos os dias fait divers, sobre responsabilidades dos actuais governantes. Haja vergonha. Galpgate: PGR confirma seis arguidos "até ao momento" Nota da Procuradoria Geral adianta que os três ex-secretários de Estado vão ser formalmente arguidos no p...

Fogos que devíamos apagar

Vejo lágrimas de crocodilo nos olhos de muitos políticos de ideologias de diferentes quadrantes pela tragédia que acaba de se abater sobre duas freguesias, eventualmente três, mas que vai acontecendo todos os anos com mais ou menos consequências. Era previsível perante a inacção das instituições políticas deste país, que uma tragédia destas ou mais grave ainda, iria acontecer. Lamento... não é assim que se combate um fogo, depois de começar a sua destruição. A prevenção come ça antes, muito antes deste estádio de uma tragédia, há muito tempo anunciada. Se não se aproveitar esta tragédia para se reformularem novas formas de acção a colocar no terreno num futuro mais ou menos próximo, com abordagens em tudo, diferentes das que têm sido implementadas até hoje. Não me​ cabe culpar quem quer que seja, seja a Protecção Civil ou outras instituições, que têm feito o que podem, mas não chega. O governo da república tem de reunir urgentemente para traçar novas formas de combate que privilegiem​ ...

Salvador Sobral e a canção em português que resultou tão bem como resultaria em qualquer outra língua - PÚBLICO

Resultaria sempre, só quem rasteja perante os interesses britânicos, reverenciando a toda poderosa língua inglesa, poderia pensar que a nossa língua lhe é inferior; desenganem se, o português é tão ou mais musicável que o inglês. Suponho ter sido feito mais  pela nossa língua, com esta ascensão de Salvador que pelos nossos governantes ao longo da nossa História rastejando sempre ao toque das hostes inglesas. Salvador Sobral e a canção em português que resultou tão bem como qualquer outra língua - PÚBLICO

A minha lingua...o português

A minha identidade é a minha língua Vejo mais legitimidade em ser tornada língua oficial, qualquer uma das faladas nos restantes países membros da UE, que uma, o inglês, falada num país que acaba de nos abandonar.  Mais do que estar em causa o inglês como língua oficial do continente europeu, estará sempre em causa a utilização do inglês como ferramenta de comunicação privilegiada em detrimento de muitas outras, faladas numa grande percentagem deste espaço. O inglês tornou  se o meio comunicacional mais utilizado a partir do momento em que assumimos que a Grã-Bretanha iria permanecer na UE. Não sendo o caso, teremos de reavaliar o motivo que nos levou a prestar vassalagem à arrogância dos britânicos. Nunca esquecerei uma tarde passada no Colégio dos Ingleses em Carcavelos, como membro do Coro de Sto. Amaro de Oeiras, num concerto em que estive cerca de hora e meia de pé, supostamente para cantar, e tive de ouvir o director desse colégio discursar em inglês, até que, enojado...