Por aqui se vê que a principal preocupação do MP quando lhe caem no colo processos propícios a transformar a detenção de arguidos para interrogatório, em festas de arromba, criando, ele sim, Ministério Público, um VERDADEIRO alarme social. A verdade é que a nossa (in) justiça se está borrifando para julgar quem mata e tem indícios de que foi isso que aconteceu, e se preocupa em ver atrás das grades os ladrões, sejam meros carteiristas ou os galifões de Colarinho Branco. Comparemos só estes casos: o do Meco, onde morreram seis pessoas, cujo arguido, na sua arrogância, anda por aí a gozar com a nossa cara; por outro lado os processos espalhafato, como o Processo Marquês ou o mais recente, o Cartão Vermelho. Todo o sistema de Justiça devia corar de vergonha por tudo o que anda a fazer com a nossa vida coletiva. Entre o deus dinheiro ou a perda de vidas, o MP escolhe julgar com espalhafato o primeiro. Caso Meco chega hoje ao fim no Tribunal de Setúbal
Terá sentido, o título que dei a este texto? O título está bem aplicado tendo em conta, o que queria escrever, antes mesmo de decidir começar: enchemos a boca quando pronunciamos expressões tais como: “blue-motion”, “green-energy”, ou “ecology”, e aqui, a língua inglesa justifica-se pelo impacto e ênfase que queremos transmitir ao pronunciarmos tais palavras, e basta irmos a um stand automóvel, facilmente deparamos com expressões como as que citei; no entanto, a indústria do ramo, apenas acompanha as tendências, ou não fosse ela, a indústria que mais contribuiu para a degradação da natureza e do meio ambiente. Poderíamos solicitar um contributo maior às indústrias poluidoras, criando uma hierarquia de valores, em função das responsabilidades passadas e presentes, num conceito de Indústrias poluidoras/pagadoras, levando-as a repôr o conceito que essas expressões nos transmitem. A arrogância do comércio e indústria automóveis, tal como outros sectores de actividade, é apenas no...
O 25 abril que se comemora hoje, é uma data marcante e sim, foi o arranque da nossa DEMOCRACIA que. teve e terá sempre alguns acidentes de percurso, mas que, como acontece com todas crianças e adolescentes, vai ter muitos espinhos pelas veredas enviesadas deste país, mas cuja aprendizagem acabará por contribuir, é meu desejo, para a consolidação democrática, onde chegámos tarde e mal preparados, numa Europa, onde quase todos os países, em 1974, já tinham dado os seus primeiros passos. Recordo aqui, que o 25 abril foi pensado e executado para os excluídos e pobres de então, dando liberdade política e de expressão/opinião, a quem nunca as teve; Era esse o mote e foi esse o rumo que foi traçado pelas forças revolucionárias. Por muito que custe às, recentemente criadas ou reformatadas, forças anti-democráticas, o 25 abril não foi para eles e seus antepassados; esses sempre tiveram liberdade para fazerem o que entendessem; podiam matar à vontade, podiam apropriar-se do que não era seu, po...
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