Por quem é...Sr Gaspar


Sr Gaspar...
Os portugueses estão dispostos a austeridade pura e dura?
Mas isso é uma falácia.
Recomendo-lhe a si ou ao seu chefe(??), que nos diga o que pretende, num quadro de distribuição de sacrifícios entre todos os portugueses, com critérios de moralidade, ética, em proporcionalidade com os rendimentos de cada um: aqui, o papel do Estado é preponderante e, no IRS, tem uma ferramenta fundamental para atingir essa objectivo; é pouco para o imediato? Peça mais sacrifícios, não aos mesmos, mas a quem pode, e eventualmente a nós, os muitos que já estamos a pagar, se se tornar necessário, estou convencido que os sacrifícios pedidos a pensionistas, trabalhadores por conta de outrem, serão muito, mas mesmo, muito menores; por outro lado, o Estado terá o dinheiro de que precisa. Isto, se não sabe, fica a saber, faria do nosso Estado, uma entidade de bem, sem os disparates que lhe saíram da cabeça desde que tomou conta do cargo.
O que apontei atrás, carecia de uma devolução, em sede de IRS àqueles que se revelasse terem sido excessivamente, penalizados, quando Portugal regressasse aos mercados.
É esta, a proposta de um leigo em finanças e economia.
Nunca na sua História, Portugal atingiu este descalabro com fama de mau pagador e em tão pouco tempo, nem no Estado Novo.
Recomendar-lhe-ia:
se não está à altura, demita-se e leve consigo, o resto da pandilha, entregue o seu cargo a um contabilista: é que, para fazer melhor, basta um curso de contabilidade por correspondência..
Assisti há momentos ao comentário sobre a actualidade político-económica, na RTP Informação, por parte do comentarista Camilo Lourenço que mais uma vez, com a sua sensaboria vazia de conteúdo, veio defender o indefensível: o governo que ele admira está a trabalhar no sentido de tirar o país do que quer que seja...não descortinei, só lamento que esse indivíduo não esteja no desemprego, para lhe caírem os pelitos que ainda lhe restam na cabeça, e sentir na pele o que custa sustentar uma família, com umas míseras centenas de euros que o seu "querido líder" se prepara para delapidar.
Sobre a opinião, no J Negócios que originou o meu comentário, Camilo está mais uma vez enganado, acaba de ser desmentido na edição do Público de hoje...leia a entrevista de um dos representantes da troika, sobre quem exigiu o quê e... por amor de Deus, não diga mais disparates.
Empobrecimento sustentável à portuguesa...
É este, o governo que temos! É este o governo que nomeámos para nos proteger e nos espeta a faca nas costas, para, com a nossa morte, evitar perder dinheiro com o nosso sustento: o embuste estava no papel da troika, neste empobrecimento sustentável à portuguesa, que foi agora desmistificado, o misterioso papel de um governo que foi nomeado, apenas e só, para ir ao pote, palavras “sábias” do PM, quando sentiu que estava próximo, o forrobodó; mas parece ter havido um equívoco: a parte má da história é que quem nos representa, é o mau da fita, não quem vinha de fora, as relações de proximidade, por vezes dão nisto... nada que não tenha visto, em escala menor, numa família por exemplo: num país que se diz civilizado, na EUROPA do séc. XXI, nunca pensei que fosse possível. Este PM e a pandilha governamental, necessitam urgentemente de tratamento psiquiátrico, gente perigosa e mais ainda se lhes tiram o brinquedo: O POVO PORTUGUÊS

Há uma coisa que a maioria das pessoas está a esquecer: vociferamos contra o governo e esquecemos quem o lá pôs. Isto é, os jotinhas, os laranjas, os totós do CDS, enfim... toda essa cambada que é 1ª responsável pelo estado a que chegámos, mas também não esqueço, o Sr da mala de cartão, que não preveniu a tempo, e durante seis anos consecutivos, a desbunda que fez do nosso País, o mais terceiro-mundista deste planeta e que para mal dos nossos pecados, vai continuar a ser, por muitos e longos anos. Um aviso à navegação: os futuros PMs deste País que se cuidem, não estamos em tempo de experiências.
Experiências explosivas, não são aplicáveis a PESSOAS; deixem os tubos de ensaio aos cientistas, nada disso, é aplicável em economia.
Em relação a PPC:

Mas a arrogancia deste gajo não pára? Pelos vistos, tem sempre razão, mesmo que todos os restantes portugueses lha retirem; estará à espera de um bala perdida? É preciso ser muito convencido para fazer todos os disparates que fez nos ùltimos meses e continuar a defender o indefensável, convidá-lo-ia a viver com 500 ou 600 euros, no país real que ele criou no último ano, pagando as despesas do "dia a dia" a retirar desses valores: não dava mais do que um mês a esse tótó, antes de enveredar por uma vida de crime, tráfico de droga ou qualquer coisa no género.







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