Esta é uma versão rasca de uma frase algo estúpida sobre a vinda do diabo, proclamada aos quatro ventos, pelo defunto coelho, que Deus o tenha... Uma dúvida sobre o menor crescimento da economia, do que a previsão do governo no próximo semestre, não a transforma em verdade. O diabo virá, mas mais lá para a frente...mas que seja, quando o governo for alaranjado, tenham calma!
Por aqui se vê que a principal preocupação do MP quando lhe caem no colo processos propícios a transformar a detenção de arguidos para interrogatório, em festas de arromba, criando, ele sim, Ministério Público, um VERDADEIRO alarme social. A verdade é que a nossa (in) justiça se está borrifando para julgar quem mata e tem indícios de que foi isso que aconteceu, e se preocupa em ver atrás das grades os ladrões, sejam meros carteiristas ou os galifões de Colarinho Branco. Comparemos só estes casos: o do Meco, onde morreram seis pessoas, cujo arguido, na sua arrogância, anda por aí a gozar com a nossa cara; por outro lado os processos espalhafato, como o Processo Marquês ou o mais recente, o Cartão Vermelho. Todo o sistema de Justiça devia corar de vergonha por tudo o que anda a fazer com a nossa vida coletiva. Entre o deus dinheiro ou a perda de vidas, o MP escolhe julgar com espalhafato o primeiro. Caso Meco chega hoje ao fim no Tribunal de Setúbal
O interesse em telefones fixos no litoral, é irrelevante. Se não queremos desertificar definitivamente o interior que ainda faz parte do nosso país, não podemos, não devemos descurar as pessoas que infelizmente na sua maior parte, não tem rendimentos ou conhecimentos para as alternativas ao telefone fixo, veja se o caso da TDT que por inacção da ANACOM, em 60% dos lares no interior, não funciona.
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