Esta é uma versão rasca de uma frase algo estúpida sobre a vinda do diabo, proclamada aos quatro ventos, pelo defunto coelho, que Deus o tenha... Uma dúvida sobre o menor crescimento da economia, do que a previsão do governo no próximo semestre, não a transforma em verdade. O diabo virá, mas mais lá para a frente...mas que seja, quando o governo for alaranjado, tenham calma!
A Inteligência não é, por si só, um bem em si; a falta dela, por outro lado, nunca foi o fim do mundo, nem para o próprio, nem para quem com ele convive: a História da Humanidade está repleta de bons e maus exemplos para o que acabo de afirmar. Coexistem neste nosso mundo, pessoas inteligentes que considero, pelos seus actos, autênticos abutres, e outras que não tendo esse dom, conseguem, pela sua simplicidade e até, firmeza de carácter, fazer a diferença.Todas, mas mesmo todas as pessoas, umas mais que outras, conseguem ser inteligentes, assim trabalhem nesse sentido. Há... nos que nascem com um desempenho mental acima da média, uma tendência muito grande, por um lado, para a preguiça, e por outro, para arrogância: preguiça porque mal se apercebem que chegam sempre em 1º lugar, sem mexerem uma palha, tendem a descurar o trabalho que também é preciso para manter o seu desempenho; arrogância, porque começando por ficar maravilhados, acabam por se deslumbrar e pensar que o melhor que ex...
O MEDO , tal como a VIDA , estão condenados a viver juntos. No entanto, gradualmente, a partir dos sessenta, se a vida não se foi, o medo desaparece: O medo de agir, o medo dos papões de sempre e até... o medo do FIM. Um ser humano nessa fase da vida, não tem medo de nada, ou pelo menos, poucas coisas o admedrontam, dado que já viveu demasiados medos no seu longo percurso.
Por aqui se vê que a principal preocupação do MP quando lhe caem no colo processos propícios a transformar a detenção de arguidos para interrogatório, em festas de arromba, criando, ele sim, Ministério Público, um VERDADEIRO alarme social. A verdade é que a nossa (in) justiça se está borrifando para julgar quem mata e tem indícios de que foi isso que aconteceu, e se preocupa em ver atrás das grades os ladrões, sejam meros carteiristas ou os galifões de Colarinho Branco. Comparemos só estes casos: o do Meco, onde morreram seis pessoas, cujo arguido, na sua arrogância, anda por aí a gozar com a nossa cara; por outro lado os processos espalhafato, como o Processo Marquês ou o mais recente, o Cartão Vermelho. Todo o sistema de Justiça devia corar de vergonha por tudo o que anda a fazer com a nossa vida coletiva. Entre o deus dinheiro ou a perda de vidas, o MP escolhe julgar com espalhafato o primeiro. Caso Meco chega hoje ao fim no Tribunal de Setúbal
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